sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Questões Básicas sobre a I.A.

Segundo o site do próprio criador da palavra Inteligência Artificial encontramos um FAQ sobre questões básicas da IA. O FAQ está http://www-formal.stanford.edu/jmc/whatisai/node1.html Aqui temos algumas delas:

Q. O Que é Inteligência Artificial?
R. É uma ciência e engenharia da elaboração de máquinas inteligentes, especialmente programas de computador inteligentes. Ela é relacionada a tarefa de similar e de usar os computadores para entender a inteligência humana, mas IA não tem de ser delimitada apenas por métodos que são observáveis biologicamente.

Q. Sim, mas o que é inteligência?
A. Inteligência é a parte computacional da habilidade de atingir objectivos no mundo. Diversificados tipos e níveis de inteligência ocorrem nas pessoas, em muitos animais e em algumas máquinas.

Q. Não há uma definição sólida de inteligência que não dependa da relação com a inteligência humana?
R. Ainda não. O problema é que nós ainda não caracterizamos em geral quais são os tipos de procedimentos computacionais a que queremos chamar de inteligentes. Nós entendemos alguns dos mecanismos da inteligência e outros não.

Q. IA não é a respeito de simular a inteligência humana?
R. Algumas vezes, mas não sempre ou mesmo usualmente. De outra forma, nós podemos aprender alguma coisa a respeito de como fazer máquinas resolverem problemas através da observação de outras pessoas ou mesmo apenas observando os nossos próprios métodos. Contudo, a maioria dos trabalhos relativos a IA envolvem o estudo de problemas que o mundo apresenta e não no estudo de pessoas ou animais. Os cientistas são livres de usar métodos que não são inspirados em pessoas ou que envolvem muito mais computação do que uma pessoa possa fazer.

Q. Quando é que as pesquisas relacionadas com a IA começaram?
R. Depois da segunda guerra mundial, um grande número de pessoas começaram independentemente a estudar máquinas inteligentes. O matemático inglês Alan Turing pode ter sido o primeiro. Ele deu uma palestra sobre o assunto em 1947. Ele também pode ter sido o primeiro a decidir que IA seria melhor pesquisada através de programas de computador do que na construção de máquinas. Por volta do final da década de 50, havia muitos cientistas interessados na IA, e a maioria deles estavam a basear os seus trabalhos em programas de computadores.

Q. IA tem como principio colocar a mente humana dentro do computador?
R. Alguns cientistas dizem ter esse objectivo, mas provavelmente devem estar apenas a usar uma metáfora. A mente humana tem uma série de peculiaridades, e eu não estou totalmente certo que alguém esteja seriamente a pensar em imitar todas elas.

Q. IA quer atingir o nível da inteligência humana?
R. Sim. O último esforço é fazer com que programas de computador possam resolver problemas e atingir objectivos no mundo como os humanos fazem. No entanto, muitas pessoas estão envolvidas em áreas de pesquisas particularmente menos ambiciosas.

Patrick Gnudi, nº24

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Troca de astronautas por humanoides

A Nasa (agência espacial americana) quer levar humanoides (robôs com características humanas) à Lua dentro de três anos. A comunicação entre os pesquisadores e seus avatares deverá sofrer um atraso de apenas três segundos.

Serão controlados, a partir da Terra, por cientistas que usarão fatos especias de captura de movimentos – parecidos com aqueles usados no filme “Avatar”, de James Cameron –, que reproduzirão a sensação de estar no solo Lunar.

Nos primeiros anos da exploração Lunar, os cientistas tinham de dizer aos astronautas o que fazer na Lua e como identificar objectos interessantes durante o limitado tempo que tinham ao seu dispor. Em 1971, na missão Apollo 15, a primeira a usar o “jipe” lunar, os astronautas foram treinados pelo geólogo Leon Silver.

O treino os ajudou-os a moverem-se mais rápido e a ter um olhar científico e crítico na hora de procurar os objectos no solo Lunar, sabendo o que buscavam. Resultado: as descobertas e as amostras recolhidas pelos astronautas foram valiosas para os cientistas aqui na Terra, confirmando teorias que ainda não tinham sido comprovadas.

Segundo especialistas, o prazo de três anos é viável, já que a missão será mais simples e barata do que uma pilotada ser humano. Em primeiro lugar, não é necessário usar sistemas de suporte à vida, que tornam a produção das astronaves bem mais complexa.

Além disso, todo o sistema deverá pesar muito menos, reduzindo a necessidade de desenvolver um enorme foguete, o que diminuirá ainda mais os custos.
Abaixo o vídeo que mostra como serão os avatares da Nasa:



Patrcik Gnudi, n24

Robô faz de PADRE


O robô I-Fairy conduz o seu primeiro casamento no Japão, unindo Tomohiro Shibata e Satoko Inoue num restaurante em Tóquio. Veja o vídeo abaixo:



Patrick Gnudi,nº24

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Robô alpinista para exploração espacial

Um Centro de Investigação de Inteligência Artificial alemão, localizado em Bremen, tem em produção alguns robôs com o objectivo de serem enviados para o espaço e fazerem uma exploração dos solos dos locais de aterragem. Não sendo todos os robôs do mesmo modelo, cada modelo é testado em solos e condições diferentes para se saber a reacção de cada um.


Cláudia Balsa, nº8

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Futuras aplicações da I.A.

O futuro desta será o mundo, vamos ver e até já vemos as aplicações da IA por todo lado. Se repararmos é sempre noticia um novo robot, que consegue subir escadas ou falar como uma criança de 5 anos. No futuro talvez já veremos robot com sentimentos como no filme “inteligente artificial”, ou um como o famoso boneco C3PO, da guerra das estrelas.
Segundo uma variante do pensamento de Descartes, eu penso logo existo, podemos dizer “eu processo, portanto sou”. Quer isto dizer que por mais que se trabalhe em maquinas que pensam, que usam o raciocínio, a aprendizagem, o pensamento e outras funções usualmente ligadas a “nossa inteligência” (humana). A pergunta se a inteligência mecânica será igual a nossa mente? Alguns dizem que jamais a nossa mente poderá ser copiada, outros dizem que não. Estes partem do princípio de que algo que se diz consciente é algo que se lembra de algo acerca do estado da sua mente uns instantes atrás.

São estas perguntas e possíveis respostas que tornam o problema da IA, um campo que se divide no da filosofia e da física. O primeiro, na qual são consideradas questões relativas à inteligência propriamente dita, e se máquinas são capazes de processar inteligência real, ou somente simular a sua presença. O outro, no qual se questiona de que maneira a tecnologia pode ser empregada na produção de máquinas que se comportem de forma inteligente

 
 
 
 
Rui Cruz, nº25

Mente Humana vs. Inteligência Artificial

Entender estas diferenças torna-se importante para que entendamos o mundo que separa a inteligência artificial da humana.




Diferença 1: Cérebros são analógicos, computadores digitais
 É fácil pensar que neurónios são binários e que eles se activam a um certo limiar de tensão ou senão ficam inanimados. Na verdade o funcionamento deles é um pouco mais complexo e dependente de outra série de factores. Também lembremos que não existe apenas um tipo de neurónio o que torna difícil estipular uma regra geral para o funcionamento deles.
Basicamente dentro de cada neurónio há um circuito integrado isolado, composto por uma variedade de canais de iões e a sua membrana variada.

Diferença 2: O cérebro usa memória endereçada a conteúdo
 Em computadores a informação é gravada em determinados endereços. Mesmo quando desejamos recuperar uma informação é necessário que tenhamos um índice ou façamos uma busca sequencial em todos os dados armazenados. Em contraste, o cérebro organiza a nossa memória com base no seu conteúdo, assim aquela informação que desejamos pode ser recuperada através de conceitos ou lembranças próximos. Por exemplo, pensando na palavra "raposa", podemos automaticamente activar a nossa memória relacionada a animais inteligentes, caçadas a raposas, etc.

Diferença 3: O cérebro é uma máquina massiva paralela, enquanto os computadores são modulares e de processamento em serie
 Uma das nossas tendências é procurar partes específicas no cérebro. Uma das coisas boas dessa nossa simplificação é que conhecemos regiões cerebrais que são principalmente responsáveis por algumas actividades tais como: falar, comer, dormir, pensar. Não podemos esquecer, no entanto, que o cérebro não é constituído por uma junção de partes que desempenham tarefas específicas, e sim um complexo sistema que tem total interacção entre si.

Diferença 4: A velocidade de processamento do cérebro não é fixa, não existe um temporizador do sistema
 A velocidade de processamento neural é sujeita a uma variedade de constantes, incluindo tempo para transmissão electroquímica de sinais. Não parece haver nenhum “relógio” central no cérebro, ou algo que sincronize o período de transmissão e recepção de impulsos.

Diferença 5: Memória de trabalho não é igual a RAM
 Apesar da similaridade da nossa memória de trabalho e a RAM, um exame mais aprofundado revela importante diferenças.
Diferente da RAM, a nossa capacidade para uma memória de trabalho, isto é, aquela que utilizamos para trazer assuntos da memória e ligá-los com outros, raciociná-los, difere em tempo de processamento tal como com experiência e familiaridade.

Diferença 6: Nenhuma diferença hardware/software para ser feita com respeito ao cérebro e a mente
 Durante anos tem-se imaginado que o cérebro era o hardware no qual o programa (mente) é executado. Isto levou a uma variedade de programas abstractos do funcionamento da cognição humana nos quais detalhes do cérebro humano não eram levados em conta.
Infelizmente, essa distinção encobre um importante facto: a mente emerge directamente do cérebro, e mudanças na mente são acompanhadas por mudanças no cérebro. Qualquer processamento abstracto de informação da cognição irá sempre necessitar especificar qual arquitectura neural poderá ser implementado no processo. Alguns relacionam este engano com a falha no modelo simbólico de inteligência artificial.

Diferença 7: Sinapses são muito mais complicadas do que porta lógicas
 Sabe-se que o funcionamento do cérebro é baseado no envio e recepção de sinais eléctricos. Contudo esses sinais propagados dos axônios aos dentrinos são de natureza electroquímica, significando que viajam muito mais lentamente que sinais de computadores e que podem ser modulados de muitas formas. Isto acrescenta complexidade no processamento de cada sinapse e nos ensina a ser profundamente errado pensar que neurónios são meros transistores.

Diferença 8: Ao contrário de computadores, processamento e memória são realizados pelos mesmos componentes no cérebro
 Computadores processam informações da memória usando a CPU e então escrevendo o resultado na memória. Nenhuma comparação pode ser feita com o cérebro. Os neurónios processam informação modificando suas sinapses que são o próprio substrato da memória.

Diferença 9: O cérebro é um sistema auto-organizado
 Aprofundamento da experiência e processamento natural da informação são coisas simples que não acontecem com microprocessadores tradicionais. Por exemplo, o cérebro é um circuito auto-reparável, algo conhecido como plasticidade traumática, toma acção após algum dano. Isto pode levar a uma variedade de mudanças positivas para adaptação. Em outras pode resultar em uma profunda disjunção cognitiva.

Diferença 10: Cérebros tem um corpo associado
 Isto não é tão trivial quanto parece ser. Uma grande variedade de evidências de outros domínios sugerem que nós estamos apenas a começar a entender a importância da informação do corpo no processamento da informação.

Diferença Bónus: O cérebro é muito, muito maior do que qualquer computador actual
 Acurados modelos biológicos do cérebro tem incluído em torno de 225,000,000,000,000,000 (225 milhões de biliões) de interacções entre vários tipos de células, neurotransmissores, neuromoduladores, axónios e dentrinos dentro do funcionamento do cérebro humano. Devido ao cérebro ser tão pouco linear, e devido a ele ser muito maior do que qualquer computador actual, ele parece-se como uma máquina diferente e completamente funcional. A metáfora cérebro-mente esconde esta importância, pensamentos talvez óbvios, diferem muito na necessidade de processamento computacional.

 
Patrick Gnudi, nº24


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Questões Filosóficas e apontamentos Históricos

Apesar da Inteligência Artificial ser uma ciência relativamente moderna, esta ciência é a realização de um sonho do homem que remonta à Antiguidade Clássica.


No Renascimento, e com a expansão de um espírito prático e quantitativo, surge a mecânica e, com ela uma nova concepção do homem.
Imprescindíveis para o avanço da I.A. foram os trabalhos dos matemáticos dos séculos XVII a XIX. No séc. XIX, surge a figura de Alan Turing (pioneiro neste nova ciência) mas só em 1956 é que a Inteligência Artificial começa a ser reconhecida como ciência.
O desenvolvimento da I.A. avança lado a lado com a evolução dos computadores, esta relação veio alterar a definição de Inteligência pois agora consideramos máquinas a quem tradicionalmente não lhes é atribuída o conceito de Inteligência como inteligentes.
No entanto este conceito continua pouco claro, no sentido em que o homem ainda não possui uma definição suficientemente satisfatória de inteligência e para se compreenderem os processos da inteligência artificial e da representação do conhecimento terão de se dominar os conceitos de inteligência humana e conhecimento, conceito que levanta muitas problemáticas a nível filosófico.
Para considerar-mos alguma coisa Inteligente deveremos fornecer à máquina uma avalanche de dados, teorias formais de ‘bom senso’, de crenças, de um universo simbólico superior ou, pelo contrário, basear o estudo da cognição no nível inferior da percepção e do controlo motor, esta é uma questão na qual os cientistas não estão de acordo. A tendência geral foi no sentido de conciliar as duas teorias numa terceira teoria híbrida, segundo a qual a máquina seria capaz de raciocinar utilizando conceitos complexos, e de perceber o seu meio envolvente.
Nos últimos anos tem-se dado atenção a alguns dos sectores de pesquisa abandonados no passado, como a representação de redes neuronais e a tradução automática, interesses renovados graças aos enormes progressos a que se tem assistido no domínio das ciências da computação.

Assim a história da I.A. é povoada por diferentes paradigmas que se contrapõem, de teorias que se defendem e abandonam, e que são consecutivamente retomadas.

Patrick Gnudi nº24

I.A. nos dias de hoje

Nos últimos anos, a Inteligência Artificial e as suas sub-áreas tiveram um grande desenvolvimento. Por vezes não nos lembramos de toda a investigação que um sem número de cientistas realizou para hoje termos à nossa disposição diversas ferramentas que nos facilitam imensas tarefas.

É defendida por alguns a ideia de que a Inteligência Artificial será um dia capaz de ultrapassar as capacidades e inteligência humanas, mas por agora, exploraremos do que podemos disfrutar da I.A.



 Cláudia Balsa, nº8

Inteligência Artificial, o que é?


A Inteligência artificial é um ramo da computação que se propõe  elaborar dispositivos que simulam o pensamento, a decisão e o acto humano, ou seja propõe-se desenvolver um dispositivo que simule a inteligência humana.
Aqui um video que explica de forma sintética o que é esta ciência:


terça-feira, 9 de novembro de 2010

Apresentação do Grupo

Olá :D
Nós somos o grupo 3 do 12ºD de Área de Projecto da Escola Secundária Homem Cristo de Aveiro.
O nosso tema é 'Inteligência Artificial - Como influencia a nossa vida?".
Dos nossos objectivos do projecto faz parte a criação de um blogue. Cada elemento do grupo será responsável pela publicação de resultados das suas pesquisas e entre todos, outros temas de mensagens.
Como primeira mensagem, começamos a perceber como funciona um blogue para o conseguirmos deixar mais interessante, pois acompanhar-nos-á ao longo do ano.


Grupo 3:
Cátia Saraiva, nº7
Cláudia Balsa, nº8
Patrick Gnudi, nº24
Rui Cruz, nº25