O futuro desta será o mundo, vamos ver e até já vemos as aplicações da IA por todo lado. Se repararmos é sempre noticia um novo robot, que consegue subir escadas ou falar como uma criança de 5 anos. No futuro talvez já veremos robot com sentimentos como no filme “inteligente artificial”, ou um como o famoso boneco C3PO, da guerra das estrelas.
Segundo uma variante do pensamento de Descartes, eu penso logo existo, podemos dizer “eu processo, portanto sou”. Quer isto dizer que por mais que se trabalhe em maquinas que pensam, que usam o raciocínio, a aprendizagem, o pensamento e outras funções usualmente ligadas a “nossa inteligência” (humana). A pergunta se a inteligência mecânica será igual a nossa mente? Alguns dizem que jamais a nossa mente poderá ser copiada, outros dizem que não. Estes partem do princípio de que algo que se diz consciente é algo que se lembra de algo acerca do estado da sua mente uns instantes atrás.
São estas perguntas e possíveis respostas que tornam o problema da IA, um campo que se divide no da filosofia e da física. O primeiro, na qual são consideradas questões relativas à inteligência propriamente dita, e se máquinas são capazes de processar inteligência real, ou somente simular a sua presença. O outro, no qual se questiona de que maneira a tecnologia pode ser empregada na produção de máquinas que se comportem de forma inteligente
Rui Cruz, nº25

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