Resumindo as novas apostas nos automóveis apresentados, pode-se dizer que a indústria automobilística começa a entrar naquilo que hoje em dia todos parecem ter: acesso à internet.
A Ford, por exemplo, incluiu funcionalidades nos seus carros que permitem aos condutores, através do telemóvel, possam saber a bateria restante do seu veículo ou saber onde fica a bomba de gasolina mais próxima, podendo criar uma rota.
A Hyundai, fabricante que inovou em sistemas anti-roubo, desenvolveu um software, o Blue Link, que estabelece um limite de deslocamento máximo do veículo. O carro trava progressivamente se o limite for ultrapassado e o proprietário recebe um aviso no telemóvel.
A General Motors referiu que o seu automóvel Buick Lacrosse, na sua versão de 2011 poderá ter câmaras embutidas que poderão filmar os impactos ao carro e farão um upload para a internet, servindo assim como prova de um acidente.
A conexão à internet dos automóveis, segundo algunas analistas, carece de potentes sistemas de defesa que poderão não ser eficazes em caso de ataques de hackers. Estes analistas consideram a possibilidade de roubo de informações pessoais e a possibilidade de, no futuro, os hackers poderem controlar um carro à distância.
Cláudia Balsa, nº8

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